Publicado em 10/06/2016

Série: Marcadores Bioquímicos de Lesão muscular no Esporte.


Tanto o esportista amador quanto os atletas de alto rendimento, dependem do "estresse" gerado pelo treinamento para adquirir as adaptações esperadas.
Essas podem ser desde o aumento ?estético? da massa muscular (no caso dos amadores). Já os profissionais usam resultados bem mais específicos em seus esportes, como melhorar os tempos de prova, sustentar mais peso, mais velocidade, explosão, enfim, os objetivos são diversos.


Já se sabe há tempos que sem o "estresse" gerado pelo treinamento, não existirão adaptações, ou seja, a melhora no condicionamento não acontece.


Um grande desafio das equipes que assistem esses esportivas/atletas é manter um nível de "stress" sobre controle, nem muito para evitar possíveis lesões, exaustão e até mesmo o overtrainig, nem pouco, como já expliquei, sem ?stress/intensidade/carga? não haverá adaptações.
Sendo assim, existem diversos recursos para que as equipes possam avaliar o impacto do treinamento sobre o organismo/psicológico do atleta/esportista. Nesta série iremos falar exclusivamente sobre os Marcadores Bioquímicos de Lesão Muscular (MBLM).


Durante uma sessão de treinamento, a carga imposta ao indivíduo pode promover micro lesões nas células musculares, sendo assim, enzimas que deveriam estar no interior das células acabam extravasando para o plasma/sangue. Observar os valores dos MBLM pode nos dar um panorama de qual foi a magnitude do estresse/sobrecarga gerado por uma determinada sessão de treinamento e/ou de todo ciclo de treinamento proposto para determinado indivíduo. Nos vemos na próxima postagem.

#teamvnutri